Meu ex-namorado era daqueles caras que no início do namoro te tratam como uma princesa e te fazem sentir como a única mulher do universo mas depois você vira apenas mais uma conquista. Acho que vocês devem saber como é isso, né meninas? Acontece que depois que terminamos um amigo dele me ligou e disse que sentia muito pelo acontecido mas que me entendia - Você merece alguém que te valorize - disse ele. Falou também que mesmo apesar de não ser mais namorada do seu amigo torcia muito pela minha felicidade.
Achei muito legal da parte dele.
Depois disso fui morar em outra cidade e nunca mais nos falamos.
Nas minhas últimas férias voltei para a cidade dos meus pais e juntei as minhas amigas para uma balada entre amigas. Chegamos na boate e logo fomos ao bar para o nosso tradicional shot de tequilas. Um shot, dois shots, três e eu já estava bastante animada.
Uma das minhas amigas começou a contar uma história com um boy, e não sei se foi a tequila ou a lua mas fiquei com muito tesão. Dançamos muito, alguns caras se aproximaram mas nenhum deles chamou nossa atenção. Uns não sabiam conversar, outros chegavam pegando e ainda houve aqueles que tentavam alguma gracinha para serem notados.
Resolvi voltar ao bar para pegar uma água, nesse momento então o Beto - amigo do meu ex - e pensei - Meu Deus como ele está bonito - confesso que nesse momento senti um calor e meu coração disparou. Ele com o sorriso largo de sempre me cumprimentou com um beijo no rosto. Senti seu perfume amadeirado e a barba por fazer tocar na minha pele e estremeci por um segundo. Me perguntava por que aquelas reações. Sempre achei ele bonito mas era amigo do meu então namorado. Tomamos mais um shot e esqueci da água. Ele estava com mais um amigo e nos juntamos os três às minhas amigas na pista. Não sei por quanto tempo conversamos mas o seu amigo já estava beijando a minha amiga. Eu não percebia nada em volta e olhava fixamente sua boca enquanto conversávamos, então sem querer quando fui falar algo em seu ouvido os nossos olhos se cruzaram e paramos por um segundo. Não sei se ele me beijou ou eu o beijei. Ele me segurava firme pela cintura e pela nuca, sua boca se encaixava perfeitamente na minha. Ele é bem mais alto que eu e mesmo de salto precisava me esticar para alcançar a sua boca.
A balada foi terminando e resolvemos ir embora. O amigo de Beto se ofereceu para levar minhas amigas embora. Confesso que adorei a ideia.
No carro a caminho da minha casa ele acariciava levemente a minha coxa e eu a dele. Ele vestia uma calça jeans e camisa. Eu um vestido comportado com um pequeno decote. Chegando em frente de casa nos beijamos como se fosse uma despedida. Saí do carro e estava abrindo o portão quando ele veio atrás de mim me pegou por trás, beijou meu pescoço, virei meu rosto procurando sua boca e senti meu corpo queimar o seu pau duro roçando em minha bunda.
- Tati, eu queria dizer que sempre morri de tesão por você. Ele sussurrou no meu ouvido.
Senti minhas pernas tremerem. Só consegui dizer "Motel.Agora".
Aquilo despertou uma coisa louca dentro de mim. Eu queria porque queria aquele homem. No caminho eu provocava, falava no ouvido e acariciava o pau dele e o sentia cada vez mais duro. Chegamos no motel e os quartos eram parecidos com chalés, a garagem era aberta e era possível ver o céu. Ele me puxou pelo pescoço e me beijou como se fosse a última vez que beijaria alguém, sua língua invadia minha boca enquanto eu passava as mãos pelo corpo dele. Abri sua calça, ele parou de me beijar, sorriu gostosamente, então tirei seu pau da cueca, segurei e pude sentir aquele membro duro, ele acendeu a luz do carro e pude ver como era veiudo, viril, não muito grande mas do tamanho exato que eu esperava. me inclinei, abri minha boca e com a língua comecei a lamber bem devagar, segurando e dando beijinhos.
- Chupa meu pau...
Ao ouvir esse pedido fiz uma cara de safada e olhando bem nos olhos dele, com os lábios úmidos, envolvi a cabeça com os meus lábios e chupei com força, chupava com vontade. Subindo e descendo minha boca naquela rola deliciosa. Sentia que ficava cada vez mais molhada, mas não conseguia tirar aquele cacete da minha boca. Então ele puxou meu cabelo e disse:
- Para se não eu vou gozar.
Eu queria que ele gozasse na minha boca mas decidi ver o que ele iria fazer.
- Vamos sair do carro.
Saímos e ele me pegou, e me colocou de bruços no capô do carro. Se abaixou atrás de mim e no mesmo movimento que abaixou minha calcinha, ensopada por sinal, senti sua língua em minha buceta. Gemi alto e falei um palavrão "Caralho". Abri um pouco as pernas e me entreguei a ele. Sentia ao mesmo tempo sua língua quente me invadindo, lambendo e explorando cada centímetro do meu sexo e o metal frio do carro onde eu estava deitada. "Para senão eu vou gozar". Ele parou. "Vamos lá pra dentro!" entramos e arrancamos as roupas um do outro, peguei uma camisinha, empurrei ele contra a parede e o vesti com a boca. "Safada" ele disse. "Muito mais do que você imagina" eu pensei, mas respondi apenas sorrindo vadiamente. Ele entendeu o recado. Me virou de costas, empurrou até a beira da cama e me colocou de quatro (minha posição favorita) encaixou a cabeça do seu pau em mim, senti minha buceta se abrindo e percebi que estava a ponto de gozar. Fiz um movimento forte pra trás e engoli seu pau todo de uma vez. Ele gemeu alto. "Eu vou te dar muito trabalho hoje. Você não vai dormir" falei olhando pra ele por cima do ombro. Ele começou a me comer, sentia seu pau entrando bem fundo em mim, ficava cada vez mais molhada, rebolava e pedia sorrindo "Me come, me fode". Ele gemia e eu percebia que já fazia esforço para não gozar.
"Goza gostoso, Beto. Goza na minha bucetinha"
"Ain caralho! Assim eu não resisto."
Senti seu pau latejando dentro de mim, as metidas ficaram mais rápidas, mais fortes, suas mãos apertavam a minha bunda redondinha que eu fazia questão de rebolar mais e mais. Eu olhava por cima dos ombros e ele de olhos fechados. "Abre o olho. Olha pra mim enquanto me come."
Então ele disse "Vagabunda! Gostosa! Safada" e tocou meu ponto fraco.
Perdi totalmente o controle. Ele puxou meu cabelo e meteu mais forte ainda. Socava seu pau em mim gemendo e olhando nos meus olhos. Foi quando senti meu corpo estremecer, minha buceta se contrair em torno da sua rola e eu gozei como poucas vezes gozaria na vida. "Goza na minha bunda, Beto". Ele me obedeceu. tirou o pau rapidamente e me sujou toda de porra quente e grossa. Gozou muito, como seu não gozasse a dias... me virei e peguei seu pau e comecei a chupar. Ainda saindo gotinhas de gozo, estava delicioso, Chupei até sentir ele endurecer novamente na minha boca mas isso é caso pra uma outra hora.
Beijos da Cau.
Nenhum comentário:
Postar um comentário